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As taxas de financiamento das empresas brasileiras devem cair com mais força em 2023 do que os juros básicos, projeta Carlos Antonio Rocca.

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É o que sugere um trabalho do Centro de Estudos de Mercado de Capitais da Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (Cemec/Fipe). Segundo esse indicador, essa proporção está perto de patamares não vistos desde antes da pandemia - na passagem de 2019 para 2020, ela estava perto de zero.

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Na semana passada, a plataforma financeira TradeMap [com mais de 3 milhões de usuários/investidores] produziu e publicou uma ampla reportagem sobre as perspectivas de desembolsos do BNDES para o ano que vem, com o governo PT. Para tanto, buscou dados do Cemec-Fipe e fez uma longa entrevista com o Rocca.

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É o que sugere um trabalho do Centro de Estudos de Mercado de Capitais da Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (Cemec/Fipe). Segundo esse indicador, essa proporção está perto de patamares não vistos desde antes da pandemia - na passagem de 2019 para 2020, ela estava perto de zero.

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A nota Cemec 05/2022, publicada em maio, trata da poupança financeira da economia no primeiro trimestre deste ano. Mostra que houve queda dos depósitos de poupança, conforme já assinalado, dos fundos de investimento, das ações e dos depósitos à vista, que se destinaram à compra de títulos da dívida pública, de títulos corporativos, mais depósitos a prazo e maior captação bancária, como via Letras de Crédito Imobiliário (LCIS) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs).

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O setor privado foi o responsável pelo crescimento na relação entre investimentos e Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil no primeiro trimestre de 2022, segundo um levantamento exclusivo elaborado pelo Cemec-Fipe a pedido do CNN Brasil Business. Nos três primeiros meses deste ano, os investimentos corresponderam a 17,91% do PIB no período. O valor é maior que os 17,55% registrados no mesmo período do ano passado. Em 2021, o valor chegou a 18,92%.

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O aumento da taxa básica de juros costuma, historicamente, provocar efeitos opostos na decisão de investidores nacionais e estrangeiros na bolsa de valores. Os brasileiros preferem reduzir as posições em renda variável, na busca de opções mais seguras e rentáveis, enquanto os estrangeiros elevam a alocação de recursos em ações, conseguindo até mesmo compensar os efeitos da saída dos locais.

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Há dúvidas se o mercado de capitais continuará animado no segundo semestre Dados divulgados na semana passada mostram os danos que os juros altos fizeram no mercado de capitais. Depois do recorde histórico de recursos captados em 2021, o fluxo de dinheiro para as empresas minguou neste ano e teria sido pior não fosse o interesse dos investidores pelos títulos de renda fixa bastante salgados. A inflação elevada com reflexo negativo nas vendas das empresas, a perspectiva de manutenção de juro nas alturas e o risco de recessão global, em cenário tumultuado pelo conflito no Leste Europeu, encarecem o custo do dinheiro.

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O coordenador do Centro de Estudos de Mercado de Capitais da Fipe (Cemec-Fipe), Carlos Antônio Rocca, aponta ainda que as companhias abertas do setor industrial registraram no último ano um avanço de margens e de receitas, considerando a maior capacidade de repasse do aumento de custos atrelado ao mercado internacional.

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A poupança das famílias brasileiras encolheu no primeiro trimestre de 2022, na primeira variação negativa desde o início da pandemia. Fatores como a queda na renda do brasileiro, o arrefecimento da crise sanitária e o retorno ao padrão de consumo pré-Covid estão entre as explicações para esse movimento.

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