RSS

Notícias

Após sete trimestres de alta, desde o início da pandemia, a poupança financeira das famílias recuou no primeiro trimestre de 2022, segundo levantamento inédito do Centro de Estudos de Mercados de Capitais da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Cemec-Fipe). Nos primeiros três meses do ano, a perda foi de R$ 32,4 bilhões, comparada a um aumento de R$ 75,8 bilhões no quarto trimestre de 2021. O valor considera não só a caderneta de poupança, mas fundos de investimentos, ações, depósitos bancários, títulos públicos e privados e captações bancárias, entre outros.

Clique aqui para ler a reportagem no site do Valor Econômico

O salto da taxa de investimentos no Brasil entre 2015 e 2021, de 15,52% para 19,17% do Produto Interno Bruto (PIB), com aumento de quase 3,7 pontos percentuais, traz expectativas animadoras. Aferido pelo Centro de Estudos de Mercados de Capitais (Cemec) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) com base em dados do IBGE e estimativas próprias, esse avanço pode sugerir que a economia brasileira recuperou sua capacidade de investir.

O salto da taxa de investimentos no Brasil entre 2016 e 2021, de 15,5% para 19,2% do PIB, se deve integralmente ao aumento no setor privado, cuja taxa passou de 13,6% para 17,5% do PIB, enquanto os investimentos públicos recuaram de 1,93% para 1,64%, patamar dos dois últimos anos. As estimativas para 2020 e 2021 são do Centro de Estudos de Mercado de Capitais da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Cemec-Fipe), com base em dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), das Contas Nacionais do IBGE e do Tesouro Nacional.

Clique aqui para ler a reportagem no site do Valor Econômico

Retração de desembolsos é generalizada -sábado, 7 de maio de 2022

Quando se olha os grandes números para além da infraestrutura, o Brasil registra os piores patamares de investimentos em décadas. O volume de investimentos do governo federal, por exemplo, encerrou o ano passado equivalendo a 0,26% do PIB, segundo acompanhamento do Observatório de Política Fiscal do FGV IBRE (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas). O resultado é o mais baixo desde 2003 e 2004, quando os investimentos federais foram de 0,20% e 0,21%, respectivamente.

A taxa média anual de investimento, de 2018 a 2021, expurgados os eventos circunstanciais, estaria na casa de 16%, algo que não se via desde a década de 1960, segundo a série de dados do Cemec-Fipe (Centro de Estudos de Mercado de Capitais da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

Clique aqui para ler a reportagem no site da Folha de São Paulo

EDUCAÇÃO E INOVAÇÃO Coordenador do Cemec-Fipe (Centro de Estudos de Mercado de Capitais da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), Carlos Antonio Rocca compartilhou da visão apresentada por Samuel Pessoa. Para Rocca, é preciso antes de tudo de uma visão de médio e longo prazo para tentar atacar as deficiências estruturais que o país carrega já tem bastante tempo. Dados do IFI (Instituto Fiscal Independente) citados por Rocca indicam que o crescimento potencial do PIB brasileiro na próxima década é de módicos 1,7% ao ano.

Clique aqui para ler a reportagem no site da Folha de São Paulo

Construção civil e agricultura puxam investimentos Queda da taxa de juros e folga de recursos em estados e municípios auxiliaram a melhorar índices do setor Os setores de construção civil e agricultura foram responsáveis por dois terços do aumento da produção de bens de capital entre 2019 e 2021, segundo estudo do Centro de Estudos de Mercado de Capitais da Fipe (Cemec-Fipe).

Clique aqui para ler a reportagem no site da Cimento Itambé

Recente trabalho do Centro de Estudo de Mercado de Capitais da Fipe (CEMEC), que tem à frente o economista Carlos Antonio Rocca, analisou com mais atenção um fato até certo ponto surpreendente: a taxa de investimento “ajustada” (explicação mais abaixo) subiu de 16,2% para 18,2% do PIB entre 2019 e 2021, mesmo com toda a capacidade ociosa, baixa expectativa de crescimento e elevada incerteza da economia brasileira.

Clique aqui para ler a reportagem no site do Estadão

Já o aumento da compra de máquinas e equipamentos foi impulsionado pela elevação das commodities que estimulou a compra de caminhões e máquinas agrícolas. Estudo do Centro de Estudos de Mercado de Capitais da Fipe (Cemec-Fipe) aponta que a agricultura e a construção foram responsáveis por 2/3 do crescimento da produção de bens de capital entre 2019 e 2021, o que explica a expansão dos investimentos mesmo em um cenário macroeconômico desfavorável, analisa o coordenador do Cemec-Fipe e responsável pelo estudo, Carlos Antonio Rocca.

Clique aqui para ler a reportagem no site do Valor Econômico

A agricultura e a construção puxaram o crescimento dos investimentos entre 2019 e 2021 no país. Estudo exclusivo do Centro de Estudos de Mercado de Capitais da Fipe (Cemec- Fipe) aponta que os dois segmentos responderam por dois terços do aumento da produção de bens de capital na passagem entre 2019 e 2021, um período em que o país enfrentou o primeiro ano da pandemia, a recuperação após o auge da crise no início da crise sanitária e a desaceleração dessa retomada ao longo do ano passado. A concentração ajuda a explicar a expansão dos investimentos mesmo em um contexto macroeconômico desfavorável, explica o coordenador do Cemec-Fipe e responsável pelo estudo, Carlos Antonio Rocca.

Clique aqui para ler a reportagem no site do Valor Econômico